Exposição Prolongada à Ficção Científica  

   um blog de Luís Filipe Silva


27 Fevereiro 2009

E Depois Temos a Voz do Mestre Gaiman a contar-nos uma das histórias do seu novo Who Killed Amanda Palmer, e é uma absoluta delícia.

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Integrou Uma Das Primeiras revistas Bang! (as poucas que não estão online), entretanto foi revisto e melhorado. Acabei de colocá-lo no site: A Casa de um Homem. Do ciclo respeitante a um Portugal (e Europa) futuros, a que também pertence «Deste Lado de Cá».

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Os Novos Meios Promocionais parecem estar a ser usados em força pelas editoras de literatura fantástica. Desta feita, destaque para o trailer de Aprendiz de Assassino, o início de uma saga que há muitos anos lançou Robin Hobb para a ribalta no mercado norte-americano. A estrear em Março.

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26 Fevereiro 2009

O Regresso do Vale das Sombras onde habita o terrível monstro do trabalho faz-se lentamente e contra as intempéries, apenas para ser acolhido pelo Vale das Torturas Semânticas na forma de traduções atrasadas e outras que não se podem atrasar (mais a respeito deste assunto muito em breve...), preparação de antologias, opinião sobre livros de novos autores, e outros afazeres literários. A tortura é agonizante, e pouco tempo sobra, ou nenhum, para responder às vossas mensagens e comentários, por aqui ou por e-mail. Espero que neste interim continuem a ler ou a assistir aos últimos dias do Fantasporto. Ou a divertirem-se com a saga do desengano dos livros apreendidos em Braga (os meus sinceros agradecimentos à nossa polícia por ter conseguido recuperar o sentimento de proibição em torno de um livro, ainda que ténue e infundado, sendo um dos poucos sentimentos que tornam a leitura sexy e entusiasmante) - que infelizmente ocorreu na véspera da minha passagem de férias por aquela terra, pelo que não pude presenciar ao acto em primeira mão. E para quem se possa interessar, aqui fica também uma breve selecção dos melhores livros editados em terra de nuestros vecinos.

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12 Fevereiro 2009

Poesia Na Mais Sóbria das Tecnologias. Não há nada a que os haikus não se adaptem, nenhum nicho ou condição ambiental em que não proliferem, o equivalmente literário das baratas. (Obrigado, Luís).

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Ursula LeGuin Lê Publicamente excertos do Feiticeiro de Terramar, já publicado por duas vezes no nosso país (Argonauta e Presença), e no meio explica o processo de escrita e os motivos que a levaram a tomar certas escolhas literárias nesta série, terminando na habitual e divertida sessão de perguntas e respostas. Uma visão pouco frequente de uma das mais respeitadas e melhores estilistas do género de todos os tempos - e das poucas que efectivamente tentou misturar no mesmo tacho a consciência estética com a consciência política, enquanto reflexo de uma geração e de um discurso social, algo a que a FC, normalmente feita por geeksnerds que se sentem mais à vontade solitários no meio das estrelas e das máquinas que na Terra entre multidões e famílias, está habitualmente alheia. Antes de a autora surgir, descobrimos que questões de leitura e bibliotecas nas terras interiores dos EUA enfrentam desafios de financiamento, porque a vila é pequena e o nível de impostos diminutos - obviamente que desconhecem o produtivo método lusitano, aquele de recorrer ao governo central e a subsídios de desenvolvimento, e cruzar os braços à espera. Realmente, os americanos são um povo com pouco discernimento.

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07 Fevereiro 2009

Extremos de Honestidade na nova série da RTP1 (nova em Portugal), Supernova, quando Lance Henriksen apresenta o bunker topo de gama que será o último reduto da humanidade ameaçada pela chegada de erupções solares que presumivelmente destruirão a Terra: «Isto foi construido para que a civilização sobrevivesse. Ah, e por civilização, refiro-me a nós.»

Quanto à série: cenários de desastre provocados pelo colapso de estrelas? Charles Sheffield fê-lo muito melhor do que isto em Aftermath e Starfire...

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A Nível de Clássicos de Cinema de FC, fiquei a conhecer os pormenores sobre Things to Come através da crítica dura de Dan Simmons no artigo sobre a natureza da ficção de que fui o tradutor no ano passado (e que me deixaram com uma absoluta vontade de evitar esse filme). Tendo revisitado agora o texto (e semicerrando os olhos ante cada passagem que poderia ter sido mais explícita, cada frase mais aportuguesada, cada gralha tipográfica - razão pela qual o revisor, que aqui não houve, desempenha uma função importante enquanto detentor de um olhar analítico e profissional, e também razão pela qual não se pode terminar um trabalho e enviá-lo a correr ao editor, sendo preferível deixá-lo a fermentar durante algum tempo. De todas as escolhas que hoje teria feito, a mais importante situa-se sem dúvida na última frase do texto, que é também parte de um poema e logo obriga a um cuidado particular com a escolha das palavras, ou neste caso, de uma palavra em particular, que apresento aqui como errada: «A brincar em casa com papéis qual criança») publicado na Bang! nº 5, encontro novamente o filme classificado como inumano e fascista, bem como o texto de Wells e toda a problemática a respeito do futuro aqui preconizado. Ora, filmes como este eram normalmente difíceis de encontrar - mas não na era moderna, graças a este gentil monstro de dentes afiados que se chama internet...

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06 Fevereiro 2009

Curiosidade: Possivelmente a Mais Explícita capa do Highlander - Duelo Imortal jamais feita...

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04 Fevereiro 2009

E Lá Se Acabou de Vez a Murder Onea loja de referência para quem visitava Londres em busca de ficção científica acabadinha de sair do forno ou de alguma obra clássica. Embora primordialmente dedicada à literatura policial, que enchia o piso térreo, reservava a cave para quatro extensas paredes e três mesas a transbordar de livros do chão ao tecto, ordenados por autor ou por ano. Era impossível sair de lá sem meia dúzia de sacos cheios, e só depois de passada a euforia olhar com atenção para a conta em libras. Sem falar na possibilidade de fazer encomendas overseas. A decadência teria começado há uns anos, com o encerramento dessa magnífica cave e o desaparecimento do fantástico. Agora fechou de vez, como relata o Guardian numa pequena notícia interactiva que mostra a anterior riqueza da Charing Cross Road.

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