Exposição Prolongada à Ficção Científica  

   um blog de Luís Filipe Silva


03 Junho 2009

I Have Seen The Future e foi uma experiência de dissonância cognitiva. Não há melhor modo de datar um filme que pela tecnologia retratada.

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02 Junho 2009

Se Não Têm Por Hábito ler a página de entrada deste sítio, fica aqui o alerta de que está a decorrer um passatempo cá na casa. Vão descobri-lo aqui. Aguardamos as vossas contribuições.

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31 Maio 2009

Estão A Brincar Comigo... Uma casa inteligente na Ericeira?! Não é propriamente uma tradução directa desta anteficção, mas a coincidência do local é intrigante... (ainda bem que não lhe atribui uma data mais distante... estão a ver as dificuldades de ficcionar o futuro próximo?)

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30 Maio 2009

O Futuro dos Nossos Avós ao lado do presente dos nossos netos. O primeiro não passa de mera curiosidade, aparte o comentário jocoso no final a respeito da indumentária masculina, que teria de ter obrigatoriamente espaço para um telefone, um rádio e caixas para moedas - substitua-se esta última por dinheiro de plástico, e acabamos por perceber que as necessidades de então tornaram-se nas respostas tecnológicas de agora (estão a ver a utilidade da ficção científica em explicar o presente?). Relativamente ao segundo,  basicamente uma demorada e fascinante explicação do novo sistema de comunicações da Google, apresentada com o profissionalismo habitual destas empresas norte-americanas (mas tão longe dos sonolentos TechDays da Microsoft), é na sua simplicidade e pragmatismo uma efectiva promessa de revolução da forma como comunicamos e interagimos em sociedade. 2010 não será o ano da Lua nem de monolitos em Júpiter mas o do networking - talvez um conceito menos romântico e não tão belo de representar visualmente, mas sem dúvida essencial para a nossa sobrevivência enquanto espécie (assumindo claro que o sol não se torna em Nova nos próximos tempos). O que será possível realizar no limite com estas formas de comunicação é algo que começamos a ter dificuldade em antever, embora desconfie que o próximo passo significativo será o da introdução de mecanismos efectivos de conversão de fala em texto e vice-versa, para eliminação da interface teclado - se aliado à tradução instantânea, teremos o nosso primeiro peixe de Babel. Efectivamente, a geração a que se destina já nem é sequer a dos nossos filhos adolescentes, que com a sua dependência de SMS, blogues, tweets e outras modas se tornaram subitamente antiquados, mas sim aos pequenos que estiverem a dar os primeiros passos no uso das tecnologias de comunicação. Se o futuro dos nossos avós é algo que nos traz um sorriso (porque efectivamente acabamos por ser nós esse futuro), o futuro dos nossos netos encontra-se para lá do horizonte, e muito dificilmente conseguimos discernir uma sombra do que virá a ser.

(Nota para futuras discussões: a singularidade está à porta e somos nós - um organismo social inteligente composto por seres humanos individuais em comunicação permanente; ou por outras palavras, Medusa.)

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28 Maio 2009

A Finalidade De Uma Livraria é de ter livros. Não colunatas gregas, castiçais de ouro, escadarias vitorianas, vitrais de eras perdidas glorificando heróis que possivelmente nunca o foram. Que o tenham, é um acrescento para os sentidos, mas infelizmente é também uma glória inútil, um desvirtuar da função, pois sabemos que tal não acontecerá sem o sacrifício inevitável de espaço para livros. Muito e muito espaço para muitos e muitos livros. Por isso perdoem-me se não consigo reproduzir nas Byblos deste país a absoluta rendição do espírito à beleza da livraria e continuo a medir cada Fnac, cada Bertrand, cada Pó dos Livros, cada Livrododia, cada cantinho independente de bairro - sem prejuízo do interesse dos projectos e da simpatia das pessoas envolvidas - contra experiências de outras terras, essas sim monumentos à realeza da palavra. Deixo-vos um pequeno vídeo narrado de Jeff VanderMeer, que aqui explica a razão do porquê - ao olhar para estes corredores feios e belos, apertados mas que afinal contêm universos, percebo tão bem o que ele quis dizer.

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27 Maio 2009

O Dia Amanheceu com lembranças de uma antologia que vai envelhecendo aos poucos mas que graças à tecnologia da impressão a pedido nunca ficará amarelada nas pontas nem bafienta nem de capa apagada. Quem não se deu bem com o processo complicado de compras pela gráfica Lulu.com pode agora utilizar também a página mais amigável daquela mega-livraria internacional que é a Amazon. Infelizmente acrescentam a sua taxazinha, que não é pequena, e infelizmente não pedem opinião sobre o assunto, surgindo perante o editor com a atitude Fnac de «ou queres ou vai-te embora». Para contornar isto, lembramos que as outras opções de encomenda continuam disponíveis. A ver se é desta, meu caro?

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