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«Um homem – Artur Poeira, nome já em si premonitório – é esquecido pelo próprio destino. Os “esquecidos” são, mais tarde ou mais cedo, conduzidos à Casa do Esquecimento pelo seu Destino personificado. O que acontecerá quando um “esquecido” tem oportunidade de se tornar, ele próprio, o Destino de muitas outras pessoas?» Eis a proposta de narrativa de A Casa do Esquecimento, de Fernando Dinis, da Teorema. A publicidade fala-nos de invulgaridade, narrativa estranha e cheia de suspense, e no meio enfia referências a Kafka e Murakami. O autor, nascido em 1976, iniciou-se pela poesia com o livro Dá-me-te (2003), e nos anos seguintes publicaria ainda dois outros volumes de poesia. Além de escritor, Fernando Dinis é também músico, tendo lançado este ano o disco Piano Works, o primeiro trabalho de composição em piano. A Casa do Esquecimento, título que inaugura o ano de 2009 a nível originais portugueses relacionados com a área do Fantástico, foi galardoado com o Prémio Literário Fnac /Teorema de 2008, escolhido de entre uma centena de «candidaturas de elevada qualidade», de acordo com a nota no site oficial do concurso. O Júri foi constituído por Carlos da Veiga Ferreira (Editorial Teorema), Rui Zink (Escritor) e Dóris Graça Dias (Crítica Literária). [link]
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