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Era uma vez uma autora que sob o pseudónimo Megan Lindholm ia publicando obras de fantasia ligeira e contemporânea, e a vencer alguns prémios, até que, numa tentativa de renovação, criou o pseudónimo Robin Hobb e alterou o tema para fantasia medieval europeia - e descobriu ouro. Aprendiz de Assassino foi o primeiro livro com essa nova pele, e rapidamente se tornou num sucesso de vendas, assegurando-lhe lugar entre as fileiras dos que produzem fantasia ao quilo. A história movimentada do pobre e solitário Fitz, que tem de orientar-se numa corte inóspita, repleta de inimigos, e que só na arte de assassinar consegue revelar o seu verdadeiro talento. Da sinopse da edição da Saída de Emergência: «O jovem Fitz é filho bastardo do nobre Príncipe Cavalaria e cresce na corte do Rei Sagaz. Marginalizado por todos, o rapaz refugia-se nos estábulos reais, mas cedo o seu sangue revela o Talento mágico e, por ordens do rei, é secretamente iniciado nas temidas artes do assassino. Quando salteadores bárbaros atacam as costas, Fitz enfrenta a sua primeira e perigosa missão que o lançará num ninho de intrigas. E embora alguns o encarem como uma ameaça ao trono, talvez ele seja a chave para a sobrevivência do reino. Com uma narrativa povoada de encantamentos, heroísmo e desonra, paixão e aventura, o Aprendiz de Assassino inicia um das séries mais bem-amadas da fantasia épica.» Trata-se do primeiro volume da «Saga do Assassino» (são três - pelo menos, esta sequência). Vale bem a pena descobrir - quando esta saga começou a ter sucesso ainda não se verificara o empurrão comercial do início dos anos 2000, e os livros ainda tinham de conquistar mercado por si mesmos. [ler excerto da obra] [assistir a booktrailer]
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