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Trudi Canavan é uma autora australiana que ascendeu à fama com o conjunto de livros da série juvenil O Mágico Negro, comprovando que nesta era de globalização viver nos antípodas não impede de se ser conhecido. Depois de povoar durante anos as prateleiras das edições em língua inglesa, eis que a Bertrand, na senda de publicação de autoras australianas de fantasia, publica o seu A Guilda dos Mágicos, o primeiro tomo do Mágico Negro, ou não fossem as sagas de fantasia mais vastas e intermináveis que o mundano mainstream. A editora assim nos informa: «Todos os anos os mágicos de Imardin reúnem-se para purgar as suas ruas da cidade.Mestres de disciplina e da magia, sabem que ninguém se pode opor à sua vontade. Porém, o seu escudo protector não é tão impenetrável quanto acreditam. Quando uma multidão de pessoas é expulsa da cidade, Sonea, uma jovem rapariga, enraivecida com a autoridade dos mágicos e do tratamento que impuseram à sua família levando-os à miséria, atira uma pedra ao escudo. Para espanto de todos, a pedra atravessa o escudo e deixa um dos mágicos inconsciente. Trata-se de um acto inconcebível, e a Guilda dos Mágicos apercebe-se que o seu pior pesadelo se tornou realidade: existe alguém com poderes mágicos por treinar à solta pelas ruas, e deverão encontrá-la o mais depressa possível, antes que os seus poderes fora de controlo libertem forças que irão destruí-la a ela e à cidade.»
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