| Autor português de Ficção Científica e Fantástico, galardoado em 1991 com o Prémio Editorial Caminho de Ficção Científica.
Em Curso Organizador de Pulp Fiction à Portuguesa, antologia de contos inéditos em língua portuguesa subordinada ao tema de pulp fiction. Março de 2010 (Saída de Emergência). Romance online com João Seixas: O Terceiro Rosto de Jano. Romance: terceira parte do tríptico A Bondade dos Estranhos, da editora Chimpanzé Intelectual, no qual colaboram João Barreiros e João Seixas. Recentes Conto «Não É o Que Ignoras o Motivo da Tua Queda Mas o Que Pensas Saber» in Brinca Comigo! organização de Miguel Neto, ed. Escrito'rio. Conto «A Casa de Um Homem» in Imaginários 2 organização de Tibor Moricz, Eric Novello e Saint-Clair Stocler, Editora Draco. Conto «Dormindo com o Inimigo» in Galeria do Sobrenatural organização de Sílvio Alexandre, Tarja Editorial. Conto «Deste Lado de Cá» e entrevista in Dagon n.º 0 organização de Roberto Mendes, e-zine. Tradução: A Guerra é Para os Velhos (Old Man's War) de John Scalzi, ed. Gailivro. Prefácio ao livro As Atribulações de Jacques Bonhomme de Telmo Marçal, ed. Gailivro. Membro do júri do Prémio Bang! de Literatura Fantástica promovido pela Saída de Emergência. Tradução: «A Ficção, por Henry James e Roberts Louis Stevenson», de Dan Simmons, in Bang! nº5, Ed. Saída de Emergência. Artigo: «Antologias, Fantasia & Odisseias», in Bang! nº4, Ed. Saída de Emergência. Tradução: As Crónicas da Espada - O Encontro, de Fritz Leiber, Ed. Saída de Emergência. |
um blog de Luís Filipe Silva 10 Março 2010A Gentil Senhora que esta noite agraciou o palco do Coliseu revelou-se uma quase septuagenária ainda plena de verve e manha, dedilhando sem tremor uma série de guitarras e a seguir, destemidamente e apenas com a ajuda da voz ainda dominante, sozinha em palco, com pautas na mão, incitou o público português a cantar com ela «Grândola Vila Morena». Possivelmente dos momentos mais inesperados de qualquer concerto de uma celebridade estrangeira, e que conquistou de imediato a audiência. Ainda assim, quando se chegou ao verso «o povo é quem mais ordena», se antigamente era um troar de vontade, desta feita cantou-se com a timidez e nervosismo de quem não está convicto da letra, ante a incitação (e possivelmente espanto) da cantora, prova cabal de que, no nosso íntimo, quase quarenta anos após Abril, temos absoluta consciência da verdade.06 Março 2010Ficção Científica em formato áudio: a recuperação dos velhinhos pulp. A oportunidade de descobrir Andre Norton e H. Beam Piper.27 Fevereiro 2010Um Conjunto De Conselhos para escritores e aspirantes. Desde os macabros meandros de bastidores das cartas de rejeição (sim, todos temos consciência da cabala de editores que se reúne para espezinhar o coraçãozinho delicado dos novos autores) às tentativas aleatórias dos esforços promocionais, passando por uma apreciação efectiva do papel do editor (quando bem conduzido). Mas isto não passa de uma dança, e a dança é uma expressão do corpo, não a expressão da alma que toda a literatura – supostamente – deveria ser. Os conselhos para escritores e aspirantes não se resumem a dez, mas podem todos exprimir-se pela directriz mestra: escreve. Escreve e logo se vê; agradece a atenção dispensada. Também válido para escritantes e aspiradores.21 Fevereiro 2010Leitura Do Casal Swanwick do conto «Land of Our Fathers», integrado na série de vinhetas «Periodic Table of Science Fiction» - uma história para cada elemento da tabela periódica. De Michal Swanwick encontra-se publicado em português apenas o conto «Íntimo Pulsar do Mecanismo» na revista Paradoxo (finais dos anos 90) - que deveria existir online, pela impossibilidade de encontrar-se um exemplar - e aguarda publicação o romance Jack Faust. Ambos (pobre coitado do autor) traduzidos por mim.20 Fevereiro 2010Compêndio Das Irrealidades. A tecnologia digital trouxe à imagem a fluidez e liberdade antigamente só encontrada na escrita. Ainda precisaremos de saber ler daqui a cinquenta, cem anos?13 Fevereiro 2010Há Mais Neste Comentário breve de Bráulio Tavares sobre a natureza do vanguardismo que em muitos tomos de crítica literária. Os negritos são meus.
Que nem todas as histórias são para todos os leitores, já tínhamos percebido. O que esta dedução infere, e tão bem, é que nem todas as histórias são para todos os autores. E não deixa de ser interessante ponderar se determinados autores tivessem tido outros contactos iniciais com a literatura e dessa forma enveredassem por opções narrativas diferentes, se não se teriam tornado nos grandes mestres que nunca chegaram a ser. 01 Fevereiro 2010Jacques, Mais Pas Mon Frère. Durante algum tempo o material que acompanhava o anúncio de As Atribulações de Jacques Bonhomme consistia em excertos da minha introdução ao livro de Telmo Marçal, o que era particularmente frustrante, pelo silêncio que havia em torno dos contos. Felizmente quando começou a ser lido e criticado o conteúdo rapidamente ofuscou a introdução e fez o livro manifestar-se com personalidade própria. Recupero agora o texto integral da apresentação, fazendo votos para que vos desperte a curiosidade relativamente a uma das mais interessantes obras do ano passado e que ainda podem encontrar nas bancas. |
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